segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

PLANO ORÇAMENTAL 2014 UNIÃO FREGUESIAS CARLÃO AMIEIRO

Consulte aqui o plano orçamental para o ano de 2014 proposto pelo executivo da União de Freguesias de Carlão Amieiro.




ORÇAMENTO PARA 2014 APROVADO COM OS VOTOS CONTRA DO MAIS.

O orçamento da Junta de Freguesia de Carlão e Amieiro foi aprovado na última reunião de Assembleia de Freguesia, com os votos contra dos membros eleitos pelo Movimento Independente – MAIS e votos a favor dos membros do Partido Socialista e do Partido Social Democrata.

O orçamento para 2014, sofreu uma redução face aos anteriores, sendo que a redução do orçamento é feita exclusivamente à custa das despesas de investimento.
Defende-mos que seja feito um esforço ao nível da redução das despesas correntes, exigido pela situação de crise em que vivemos.
Mas, o que acontece é o corte no investimento previsto para o próximo ano, enquanto as despesas correntes permanecem praticamente inalteradas.
Estamos preocupados com as receitas, pelo corte anunciado nas transferências das verbas do Orçamento de Estado, para os Municípios e Juntas de Freguesia.

Temos o futuro hipotecado pela má gestão dos anteriores executivos do partido socialista a governar a Junta de Freguesia de Carlão e a Junta de Freguesia do Amieiro.

A Junta de Freguesia de Carlão tem uma divida de 594.005,01€.

A Junta de Freguesia do Amieiro tem uma divida de 5.994,99€.

A divida acumulada da União de Freguesias de Carlão e Amieiro para 2014 é de 600.000,00€ (cento e vinte mil contos na moeda antiga)

A Junta de Freguesia de Carlão está a ser alvo de uma ação judicial no Tribunal de Sabrosa, cujo processo tem o n.º 184/11.2 por falta de pagamento de 521.517,00€ (mais de 100 mil contos em moeda antiga) a um dos empreiteiros que fizeram obras nesta freguesia, pavimentações e calçadas dos familiares e amigos.
Era previsível este desfecho, a má gestão dos dinheiros públicos, de contrair dívidas a fornecedores e alegado favorecimento próprio, a familiares e amigos.
Nas contas votadas em Assembleia de Freguesia, estas dividas sempre foram escondidas.
A situação complicada em que a Freguesia fica agora, deve-se à promiscuidade dos anteriores executivos, que deviam ter tido uma atitude mais responsável.

Situações de gestão que não são claras nem nos parecem legais. Para além do grau de endividamento, que é claramente excessivo, também houve negócios que o anterior executivo fez que não foram corretos:
O aluguer do posto de combustível a uma empresa privada por 50€ mês.

Na última Assembleia de Freguesia, confrontados com estes valores em divida os membros do MAIS questionaram o atual presidente da mesa da Assembleia de Freguesia que no último mandato era o tesoureiro da Junta de Freguesia de Carlão, ao qual respondeu que desconhecia que existia uma divida.

Desta forma os membros do MAIS apresentaram uma proposta á mesa da Assembleia de Freguesia, para convocar o anterior executivo para esclarecer o teor da divida, esta proposta foi REPROVADA com os votos contra dos membros do Partido Socialista e do Partido Social Democrata.

Desta votação sobressai uma grande incoerência, na ultima campanha eleitoral autárquica o candidato do PSD a presidente da Câmara Municipal e que viria a ser o vencedor das eleições e hoje Presidente de Câmara Municipal de Alijó apregoava aos sete ventos que se fosse eleito Presidente iria fazer auditorias a todas as Juntas de Freguesia, porque dizia que havia processos que não eram claros. Agora os membros eleitos pelo PSD na Assembleia de Freguesia de Carlão votam contra a proposta do seu próprio candidato!!

Ficam assim os habitantes desta união de freguesias privados de saber que obras foram adjudicadas e qual o seu valor. Ficamos assim a aguardar mais explicações dos responsáveis…

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

REPARTIÇÃO DE FINANÇAS DE ALIJÓ PODE FECHAR


Dez repartições de Finanças podem fechar

É uma autêntica razia na rede de serviços das Finanças do distrito de Vila Real. Das 14 repartições, só Régua, Chaves, Vila Real e Valpaços seguram este serviço público: Assim sendo, as populações dos outros concelhos terão de procurar nestas quatro localidades o apoio às suas solicitações fiscais. Esta decisão está a levantar uma onda de protestos em todo o distrito e no horizonte várias ações de 'protesto podem surgir.

Foi em 2011 que o Plano de Redução e Melhoria da Administração Central do Estado (PREMAC) começou a dar os primeiros passos e assumir-se como um instrumento de racionalização e organização da administração pública. O seu principal objetivo passa por "eliminar as estruturas sobre- postas do Estado, reduzindo o número de organismos, mantendo a qualidade na prestação do serviço público". Junta-se a isto, e no âmbito do Memorando da Troika, a alega, exigência das três entidades internacionais na redução, do número os serviços locais de Finanças. Um fecho de portas que será elaborado pela estrutura dirigente da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), "após uma cuidadosa avaliação das necessidades das diferentes regiões e distritos", Neste contexto, o último lamiré foi dado pelo Sindicato dos Trabalhadores de Impostos, que apontava para o encerramento de mais de metade das repartições do país.
Um dos reflexos destes alegados constrangimentos, começa a sentir-se no setor dos serviços de Finanças do distrito de Vila Real com a possibilidade de encerramento de uma dezena. Assim, o distrito não foge à regra nacional e a proposta conhecida aponta o fecho das repartições de Boticas, Alijó, Mesão Frio, Mondim de Basto, Montalegre, Murça, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião e Vila Pouca de Aguiar. Apenas quatro ficam de fora, nomeadamente Régua, Vila Real, Chaves e Valpaços. Uma situação que leva várias autarquias a pedir explicações ao Governo e a preparar novas formas de reivindicação.
Os partidos políticos não andam distraídos e alguns já começam a questionar o Governo sobre o assunto, nomeadamente o PCP através de um requerimento enviado pelo deputado Jorge Machado à Assembleia da República, onde pede resposta do governo a várias questões, Uma delas é a forma "como serão garantidos os direitos dos trabalhadores dos impostos nos serviços que encerraram?" No distrito vizinho de Bragança, o panorama não é diferente, Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada a Cinta, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Vimioso e Vinhais, são concelhos que podem ficar sem este serviço, Bragança, Mirandela, Vila Flor, são os concelhos que manterão os serviços.
Numa altura em que vários autarcas tomam posse; terão logo pela frente (além do encerramento dos tribunais) um dossier muito complicado e sensível às populações.


Noticia publicada no Jornal “A Voz de Trás os Montes” 24 de Outubro de 2013

domingo, 27 de outubro de 2013

ÉTICA É INDISPENSÁVEL NA POLÍTICA

O conceito de ÉTICA na política é por vezes abordado, quase sempre com cepticismo, pelo que quando surge não deve ser esquecida, pois é um valor a alimentar em qualquer sector.

Sem ética, não há política. Uma das pessoas que o proclamou chamava-se Francisco Sá Carneiro. Mas isso foi noutros tempos.

A atividade política só se justifica se o político tiver princípios republicanos, ou seja, se as suas ações, paralelamente à conquista do poder, tiverem em conta o bem público, o qual nem sempre é fácil de definir, mas que deve ser constantemente procurado. Portanto, nenhuma atividade é mais nobre que a política, porque o político, na sua capacidade de definir instituições e de tomar decisões estratégicas para a vida da sua comunidade, tem uma grande influência no quotidiano das pessoas.

É claro que, um grande número de políticos não atua de acordo com os princípios republicanos e a ética da responsabilidade. E muitos atuam mesmo imoralmente.
Um dos grandes males das sociedades modernas é o facto de muitos pobres não se indignarem com a corrupção dos ricos, encarando como “natural”. O desenvolvimento significa entre outras coisas, deixar de considerar a corrupção uma atitude natural.

Na origem do Cristianismo foi dado lugar de destaque às pessoas aconselhando que cada um deve amar os outros como a si mesmo e que o respeito mútuo é indispensável para uma vivência harmoniosa, em Paz. Não devemos fazer aos outros o que não desejamos que nos façam.

Uma sociedade só pode viver em paz quando houver justiça social assente na ética, na moralidade, no civismo, ao serviço de toda a população, com especial atenção aos mais carentes. As oportunidades de emprego devem ser iguais para todos, cada um desempenhará conforme a sua competência e receberá a compensação proporcional ao seu desempenho.
Mas, havendo intenção de reforçar a ética, como o futuro de Carlão/Amieiro está nas mãos de todos os Carloenses e Amieirenses, se quisermos, a freguesia será mais desenvolvida com as pessoas mais felizes consigo próprias, com os seus amigos e vizinhos e com todos os seres vivos.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

TOMADA DE POSSE DOS ELEITOS NAS AUTÁRQUICAS


Decorreu hoje na sala Magna da Câmara Municipal de Alijó, a tomada de posse e instalação dos Órgãos Autárquicos, Assembleia de Freguesia da União de Freguesias Carlão/Amieiro e Junta de Freguesia da União de Freguesias Carlão/Amieiro, para o quadriénio 2013/2017.


A coligação entre o Partido Socialista e o Partido Socialista Democrata constituem assim o executivo da Junta de Freguesia da União de Freguesias Carlão/Amieiro.

Sónia Pinheiro é a presidente da Junta de Freguesia da União de Freguesias Carlão/Amieiro; Manuel Roque é o presidente da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias Carlão/Amieiro.

Constituição do próximo executivo Junta de Freguesia da União de Freguesias Carlão/Amieiro

Presidente - Sónia Pinheiro (PS)
Secretário - José Manuel Jesus (PSD)
Tesoureiro – Fernando Quintas (PS)

Constituição da próxima Assembleia de Freguesia da União de Freguesias Carlão/Amieiro.

Presidente – Manuel Roque (PS)
1º Secretário – Alípio Silva (PS)
2º Secretário – Júlio Melo (PSD)
Membro – António Ribeiro (PS)
Membro – António Oliveira (MAIS)
Membro – Duarte Pereira (MAIS)
Membro – José Matias (MAIS)

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

TOMADA DE POSSE DOS ELEITOS NAS AUTÁRQUICAS

Na sequência das eleições autárquicas do dia 29 de Setembro, teve lugar ontem no Auditório Municipal, a tomada de posse e instalação dos Órgãos Autárquicos, Assembleia Municipal e Câmara Municipal, para o quadriénio 2013/2017.
O Partido Social Democrata ganhou a presidência da Câmara Municipal de Alijó e da Assembleia Municipal de Alijó.

Carlos Jorge Magalhães é o presidente da Câmara Municipal de Alijó; Manuela Domingues presidente da Assembleia Municipal de Alijó.

Constituição do próximo executivo municipal de Alijó:

Carlos Jorge Magalhães (PSD)
José Rodrigues Paredes (PSD)
Cristina Ribeiro Felgueiras (PSD)
João Manuel Costa (PS)
António Fernandes (PS)
Miguel Rodrigues (MAIS)
Adérito Figueira (MAIS)

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

JUNTOS PELA MUDANÇA!


 
Depois de 16 anos de governação Socialista, a União de Freguesias Carlão/Amieiro é confrontada com uma escolha decisiva para o nosso futuro.
Só existem duas opções: Continuar com as mesmas ideias e com as mesmas políticas, embora com uma cara diferente, ou em alternativa apostar em novas políticas e novas ideias que colocarão Carlão e Amieiro num novo patamar de qualidade de vida das suas populações.
Esta alternativa positiva só pode ser protagonizada por este movimento MAIS, mas para isso necessitamos do apoio e contributo de todos vós.
Acreditamos que este é o único caminho para a verdadeira transformação que todos desejamos.
Queremos diferenciarmo-nos pela competência, pela confiança, pelo projeto.
Porque todos sentimos que é necessário mudar.
Porque acreditamos ter uma equipa de pessoas com princípios, competentes e responsáveis.
Contamos com todos vós para que nos acompanhem neste grande desafio.
Com o apoio de todos, vamos dar uma nova vida às nossas Aldeias.
Com o apoio de todos vamos dar uma nova esperança à União de Freguesias.
Nós queremos, e vamos consegui-lo.

Por isso estamos JUNTOS PELA MUDANÇA!