quarta-feira, 21 de novembro de 2012

PARQUE NATURAL DO VALE DO TUA


Parque Natural do Vale do Tua vai estender-se por 25 mil hectares dos 5 municípios

Lusa
20 Nov, 2012, 20:57

O Parque Natural Regional do Vale do Tua (PNRVT), que vai absorver 70 milhões de euros atribuídos pela EDP, vai estender-se por 25 mil hectares e ter uma porta de entrada em cada um dos cinco municípios deste território.


O parque vai ser gerido pela Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Tua e resulta das contrapartidas pagas pela EDP no âmbito da construção da Barragem de Foz Tua.
Hoje, em Alijó, foram apresentados alguns dos objetivos do PNRVT e foram também recolhidos contributos por parte dos participantes, públicos e privados, num workshop.
O diretor executivo da agência de desenvolvimento, José Silvano, explicou que o objetivo é criar um "chapéu integrador" das verbas a receber da EDP, cerca de 70 milhões de euros.
Inicialmente estava previsto que a verba fosse atribuída ao longo dos 75 anos de concessão do empreendimento mas, segundo José Silvano, pretende-se agora que seja antecipada para 12 anos, ou seja, seis milhões de euros por ano.
O programa base do PNRVT tem precisamente um horizonte de 12 anos.
Três por cento da receita líquida anual da Barragem de Foz Tua reverte a favor do Fundo de Biodiversidade, dos quais 75 por cento são precisamente para este parque.
Silvano espera que o projeto seja aprovado pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) até ao final de dezembro, para que as candidaturas, quer a públicos ou privados, possam ser abertas até março.
O parque visa garantir a conservação do património histórico e cultural, bem como da natureza e da biodiversidade, e promover a utilização sustentável dos recursos da região.
Pretende ainda ser um instrumento de promoção do desenvolvimento do turismo sustentável.
O parque vai estender-se ao longo de 25 mil hectares dos cinco municípios do Vale do Tua, nomeadamente Alijó, Carrazeda de Ansiães, Mirandela, Murça e Vila Flor e vai ter uma porta de entrada em cada um destes concelhos.
A área proposta, ainda sujeita a reajustes, não colide com o Douro Património Mundial da UNESCO.
Aliás, segundo o presidente da Câmara de Alijó e da ADRVT, Artur Cascarejo, vai funcionar precisamente em complementaridade com o Douro Vinhateiro.
O autarca acredita que este projeto vai ser "uma alavanca para promover o desenvolvimento regional", aproveitando as potencialidades locais e ajudando no combate à desertificação.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

REORGANIZAÇÃO DA FREGUESIA DE CARLÃO


A Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT), propõe, a agregação das freguesias de Carlão e Amieiro, numa freguesia designada por "União das Freguesias de Carlão e Amieiro".

Em cumprimento do disposto no artigo 14.º, n.º 3, da Lei n.º 22/2012, de 30 de Maio, a Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT) apresentou à AR, em 5 de Novembro de 2012, os pareceres e propostas concretas de reorganização administrativa das freguesias situadas no território de Portugal Continental.

Uma vez que a freguesia de Amieiro tem 81 habitantes; nos termos do n.º 2, da Lei n.º 22/2012, da reorganização administrativa do território das freguesias não pode resultar a existência de freguesias com um número de habitantes inferior a 150; a distância entre as sedes das freguesias de Amieiro e de Carlão (esta com 719 habitantes) é inferior a 10 km, existindo um lugar (Franzilhal) entre as sedes destas freguesias; existe adequada ligação rodoviária entre as freguesias de Amieiro e de Carlão; existe uma certa homogeneidade na orografia e ocupação do território nestas freguesias.



veja o documento na integra em: http://app.parlamento.pt/utrat/index.html

terça-feira, 8 de maio de 2012

«FACTURAS DE BETÃO»


Para os menos esclarecidos vejam o vídeo.

Saiba porque a electricidade é tão cara, no Repórter TVI. «Facturas de Betão» é uma Grande Reportagem do jornalista Carlos Enes, com imagem de Carlos Carvalho e montagem de Miguel Freitas.


quarta-feira, 2 de maio de 2012

INAUGURAÇÃO DO IC5 – A ESTRADA DA JUSTIÇA.


O IC5 É CONSIDERADO “UMA JANELA DE OPORTUNIDADES” PARA A REGIÃO TRANSMONTANA


Foi pensado como um eixo estruturante que permitisse ligar o litoral norte ao interior do país. É uma estrada bastante importante para a região transmontana porque vem "desencravar" vários municípios cujas acessibilidades se classificam actualmente abaixo do medíocre
O IC5 é considerado pelos autarcas da região como uma via "estruturante" e há muito reclamada pelos concelhos do nordeste interior. Vai ligar o concelho de Miranda do Douro ao nó da futura autoestrada transmontana, junto ao Alto do Pópulo, no concelho de Alijó.
A abertura do IC5 poderá “em muito” potenciar o turismo da região, considerado a sua “principal” indústria, poderá trazer "desenvolvimento económico" aos concelhos por onde passa, já que os aproxima do litoral.
Como é uma via que não terá portagens, poderá ser uma alternativa para quem se desloca ao sul do distrito de Bragança e para o IP4. O IC5 vai desencravar toda a parte sul do distrito de Bragança e criar novos desafios. No entanto, fica pendente a sua ligação com Espanha, já que será uma das portas de entrada de espanhóis em Portugal, apesar de o itinerário terminar a cerca de 10 quilómetros da fronteira.
Esta nova via rodoviária é “um acto de justiça para com as populações que há muitos anos ansiavam por esta ligação”, a importância desta nova via não é só no aspecto rodoviário, mas também na competitividade que se acredita que vai trazer á região do ponto de vista económico e social.
Novas acessibilidades são uma forma de canalizar investimento para a região, pois acredita-se que irão criar um conjunto de oportunidades, pois torna a região mais competitiva, mais atractiva e serve as suas populações nas suas múltiplas necessidades.
No entanto o território tem que saber depois aproveitar estas oportunidades, é importante que os agentes económicos tenham a capacidade e a criatividade para aproveitar estas novas infra-estruturas e tirarem delas o máximo potencial e serem agentes de dinamização económica da região.
O IC5 vai permitir ligar Murça e Alijó a Miranda do Douro, mas também articular na zona de Vila Flor com o IP2 entre Bragança e a A25, aproximando assim o Nordeste Trasmontano.
Uma obra que irá permitir uma melhoria das condições de circulação há muito aguardada pelas populações do concelho de Alijó.

Boa Viagem a todos e conduzam com prudência.


domingo, 22 de abril de 2012

MARCHA DA INDIGNAÇÃO


Marcha de 300 agricultores contra a crise no Douro

Noticia Jornal de Noticias - edição on-line.
Cerca de três centenas de viticultores do concelho de Alijó reivindicaram, este domingo, mais ajudas para a Região Demarcada do Douro, no geral, e, em particular, para a sua adega cooperativa que está afogada em dívidas. A atividade principal da região, a produção de vinho, atravessa uma crise sem precedentes e está a deixar os lavradores na miséria.
A manifestação de protesto realizou-se após uma assembleia geral extraordinária em que foi eleita uma nova direção para a Adega Cooperativa de Alijó, instituição com cerca de 2000 associados a quem deve entre duas a quatro colheitas. O leme foi assumido Anabela Pinto Coelho, de 29 anos, engenheira agrónoma e também viticultora.
Anabela aceitou o "grande desafio" de liderar a adega durante o próximo ano e meio, até completar o triénio iniciado pela anterior direção, porque também ela é viticultura e sente na pele o que "custa chegar ao final do ano e não receber pelas uvas entregues na cooperativa". Aos restantes sócios deixou a promessa de "continuar o trabalho para tentar aliviar a situação financeira da instituição".
"A manifestação de hoje representa, em primeiro lugar, um grito de revolta contra a situação que se vive na vitivinicultura duriense", sublinhou o presidente da Câmara de Alijó, Artur Cascarejo. Juntamente com vereadores, inclusive da oposição, direção anterior e a recém-eleita, encabeçou a marcha, segurando uma tarja "em defesa da nossa adega cooperativa", que terminou com uma volta à rotunda do Homem do Douro, que simbolizou "um abraço a todos os viticultores durienses".
"De há 10 anos a esta parte a vitivinicultura duriense tem vindo a perder valor e volume", sublinhou ainda o edil, esclarecendo que a Comunidade Intermunicipal do Douro, que reúne 19 Municípios, adegas cooperativas da região demarcada e Governo, "estão a tentar encontrar soluções para este problema".
Durante o percurso feito em silêncio pararam junto à agência local Caixa Geral de Depósitos (CGD), onde gritaram: "Apoio à produção, sim; apoio à especulação, não!" A Adega Cooperativa de Alijó acusa a CGD de não apoiar a reestruturação da dívida de sete milhões de euros a viticultores, fornecedores, banca e Estado. À porta da instituição foi mesmo colocada uma tarja que rezava: "Para os Berardos jogarem na bolsa: Milhões. Para a gatunice do BPN: Milhares de milhões. Para a Adega de Alijó: Morte lenta... É este o nosso banco???".
Pedro Sousa, o presidente da direção cessante, explicou que "grande parte das instituições bancárias aceitou juntar-se num sindicato bancário" que permitiria a reestruturação da dívida. "Quando chegámos à CGD apenas ouvimos: "Ou começam a pagar ou não há reestruturação para ninguém!"".
Pedro Sousa acalenta ainda a esperança de que o secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, ajude a desbloquear a situação, caso contrário, a situação será "muito mais complicada para a adega de Alijó".

segunda-feira, 2 de abril de 2012

FELIZ PÁSCOA.

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem) está a chegar e com ela o tempo de celebrar uma das mais bonitas e importante festas da igreja católica para os cristãos a páscoa é a celebração da ressurreição de cristo (vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação.
A festa da Páscoa é a festa da ressurreição de Jesus, é um momento de reflexão e que remete à existência de Cristo, celebrar a Páscoa, significa celebrar a Vida” é deixar o Cristo viver em nós.
Páscoa é tempo de amor, de família e de paz… É tempo de agradecermos discretamente por tudo que temos e por tudo que teremos, é um sentimento nos nossos corações de esperança, fé e confiança.
Vamos celebrar a Páscoa com alegria, que ela nos traga esperança e seja símbolo de esperança, liberdade e vida.
Esqueçamos os presentes caros e lembremos mais a humildade Daquele que deu a sua vida para a nossa salvação.

Desejamos uma Pascoa Feliz

domingo, 4 de março de 2012

REUNIÃO NA CAMARA MUNICIPAL DE ALIJÓ PARA DEBATER A SAÚDE NO CONCELHO

A Reorganização da Prestação de Cuidados de Saúde, recentemente operada no Centro de Saúde de Alijó, conduziu ao encerramento de algumas Extensões, nomeadamente a Chã que servia de atendimento á população da Freguesia de Carlão sendo mais um sério obstáculo à prestação de cuidados de saúde que se querem de proximidade. Esta medida afecta sobretudo uma população maioritariamente envelhecida, mais pobre e desprotegida. Sendo que a nossa população segundo os censos 2011, apresenta um preocupante índice de envelhecimento, o qual se desaconselha que seja dificultada a prestação de cuidados de saúde. Acresce que não existem transportes públicos, exceptuando os transportes escolares o que impossibilita e torna mais cara a deslocação dos utentes, pois grande parte da população mais idosa não dispõe de meios de transporte próprio, nem meios económicos que permitam pagar um táxi, para o Centro de Saúde de Alijó, para onde foi deslocado o acompanhamento médico e de enfermagem, na sequência do encerramento da extensão de saúde.
Anteriormente já foi encerrado o Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde, para além das sucessivas reduções no horário de funcionamento, bem como o fecho da Extensão de Saúde de Carlão.
É nosso entender que em vez de deslocar as populações, deve proceder-se à deslocação dos médicos e restantes serviços operativos, para junto da população afectada.

Ora nesta sequência foi convocada uma reunião para debater o actual estado da saúde no Concelho e apresentar alternativas aos recentes encerramentos das Extensões de Saúde e consolidar uma posição por parte do Município de Alijó para contestar junto da ARS-Norte todos estes encerramentos. A reunião teve lugar na Câmara Municipal de Alijó com todo o Executivo Camarário e os Presidentes das Juntas de Freguesia afectadas pelo encerramento das Extensões de Saúde, sendo que o Presidente da Câmara Municipal deu ordem verbal aos Presidentes das Juntas de Freguesia para se fazerem acompanhar dos membros da oposição das respectivas Assembleias de Freguesia. Acontece que a Presidente da Junta de Freguesia de Carlão não convocou ninguém da oposição, serve mais este exemplo para demonstrar o interesse que tem na defesa dos interesses da população da Freguesia de Carlão.
Desta reunião resultou uma exposição a remeter à ARS-Norte, depois de presente a reunião de Câmara extraordinária e logo de seguida à Assembleia Municipal.